sábado, 30 de janeiro de 2016

Banho-Maria

É uma técnica de cocção com base no calor indireto. Usa-se para preparar alimentos que não devem entrar em ebulição como caldas, pudins e chocolate. Para fazer o banho-maria tem de colocar um recipiente dentro de um com água quente (como uma panela e uma tigela). Para derreter chocolate tem de mexer sempre.

De acordo o dicionário Houaiss, há três hipóteses sobre a origem do banho-maria:
  1. É associado a Maria, a Judia, que é citada nos textos do grego Olimpiodoro, conhecido como Olimpiodoro, o Novo. Provavelmente viveu em Alexandria, onde além de alquimista, era inventora de equipamentos para destilação e sublimação.
  2. É provável, também, que seja a profetisa Míriam (nome hebraico para Maria), irmã de Moisés e Aarão, pressuposta responsável por tratados alquimistas.
  3. É possível de que seja uma integração simbólica da Virgem Maria com a misticismo da alquimia.
Segundo o etimologista Marcio Cotrim, autor de O Pulo do Gato (livro sobre expressões populares), a chaminé da Maria, a Judia, saia um vapor de água que deu origem ao termo em grego kaminos marias, o que significa chaminé de Maria. E em latim o termo era  viroubalneum mariae, que traduzindo significa banho-maria. O que deu origem ao termo francês bain-marie.

domingo, 23 de junho de 2013

Festa Junina

Segundo a história, a Festa Junina surgiu na época pré-gregoriana, comemorando a fatura das colheitas, que ocorria no solstício de verão, fazia-se uma festa pagã agradecendo a fertilidade da terra. Era comemorada em 24 de junho.

Com o tempo, a festa foi sendo divulgada pelo Brasil, trazida pelos portugueses. Nesse período, o milho está bom para cultivo, sendo utilizado em comidas para se consumir na Festa Junina. Decorrendo da região onde é realizada, a Festa Junina possui um características do lugar. De todos os pratos deliciosos, os mais comuns são: canjica, curau, pipoca, paçoca, curau, pamonha, quentão, etc.

A Festa Junina é conhecida e celebrada pela Igreja Católica Romana, por veneração a São João, Santo Antônio e São Pedro. Dessa festa religiosa surgiram a quermesse, barracas onde são vendidas as comidas, brincadeiras como pescaria, correio elegante e quadrilha tendo como finalidade de arrecadar dinheiro para as benfeitorias da Igreja. Conhecida também como festa de caridade.



Fonte: Brasil Escola.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Arroz-Doce

No norte da Índia, é comum misturar arroz com açúcar em receitas como shadi pilau (arroz com frutas secas, raspas de coco e açafrão), prato tradicional em casamentos hindus. No norte da Tailândia,  é produzido os kanom neow, bolinhos de farinha arroz cobertos em calda de açúcar e, polvilhadas com coco ralado. Tem também o khao neow plag lamyai, creme de arroz doce com a fruta longan (ou lamyai), coberto com creme de coco e enfeitado com pedaços de longan.

A receita chegou à Europa no por volta do século XIII. Em seguida, é levado ao Brasil pelos portugueses, por ser popular em Portugal. Já veio polvilhada com canela. No Rio de Janeiro, as pessoas ricas do tempo do Império, a maioria descendentes de portugueses, faziam bastante pratos lusitanos entre eles o arroz-doce. Com várias versões, tinha até no livro Cozinheiro Nacional, livro brasileiro no qual tem grande valor histórico. No Brasil, o arroz doce ganhou outras versões como por exemplo, adicionando doce de leite a receita.



Fonte: IG Comida.