Banho-Maria

É uma técnica de cocção com base no calor indireto. Usa-se para preparar alimentos que não devem entrar em ebulição como caldas, pudins e chocolate. Para fazer o banho-maria tem de colocar um recipiente dentro de um com água quente (como uma panela e uma tigela). Para derreter chocolate tem de mexer sempre.

De acordo o dicionário Houaiss, há três hipóteses sobre a origem do banho-maria:
  1. É associado a Maria, a Judia, que é citada nos textos do grego Olimpiodoro, conhecido como Olimpiodoro, o Novo. Provavelmente viveu em Alexandria, onde além de alquimista, era inventora de equipamentos para destilação e sublimação.
  2. É provável, também, que seja a profetisa Míriam (nome hebraico para Maria), irmã de Moisés e Aarão, pressuposta responsável por tratados alquimistas.
  3. É possível de que seja uma integração simbólica da Virgem Maria com a misticismo da alquimia.
Segundo o etimologista Marcio Cotrim, autor de O Pulo do Gato (livro sobre expressões populares), a chaminé da Maria, a Judia, saia um vapor de água que deu origem ao termo em grego kaminos marias, o que significa chaminé de Maria. E em latim o termo era  viroubalneum mariae, que traduzindo significa banho-maria. O que deu origem ao termo francês bain-marie.

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